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Tudo Litoral Paraná

Tudo o que você precisa do Litoral, na hora que você precisar.

Onde comer agora, qual praia tem onda hoje, o que ainda está aberto e o telefone que resolve. São 3.257 lugares em sete cidades, do Paranaguá ao Guaratuba, e o guia responde pela hora em que a pessoa está — não por uma lista parada que alguém atualizou mês passado.

Cliente
Tudo Litoral Paraná
Contexto
Guia digital · sete cidades do litoral do Paraná
Período
Desde setembro de 2026
O que fizemos
Produto · Design · Desenvolvimento · Dados geográficos · Infraestrutura · Sustentação
tudolitoralparana.com.br
tudolitoralparana.com.br
Home do Tudo Litoral ao meio-dia: céu claro, relógio marcando 11:47, seletor de sol e a lista de onde almoçar em Matinhos

Meio-dia: céu claro, e a lista é de onde almoçar.

tudolitoralparana.com.br/?hora=21
A mesma home às 21h: fundo escuro, o título muda para Noite em Matinhos e a lista passa a ser de onde jantar

A mesma tela às 21h. Nada foi recarregado: é a mesma página, outra hora.

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A ideia

Guia de viagem responde onde. Este responde agora.

  • Turistana temporada e no feriado, decidindo na rua o que fazer agora
  • Moradorfarmácia, mercado, serviço e emergência no dia a dia
  • Comercianteser encontrado e recebido no WhatsApp, com medida de resultado

Quem está no litoral decide na rua, com uma mão no celular e pressa: onde comer agora, o que está aberto, dá praia hoje, o que tem perto. Guia genérico responde o primeiro e falha nos outros três — ele sabe o que existe, não o que está acontecendo.

Então o produto inteiro foi construído em torno de uma pergunta de tempo, e não de lugar. A hora do dia não é um detalhe na interface: é o eixo. Ela decide a cor da tela, o texto do título, qual lista aparece primeiro e quais lugares entram nela.

São sete cidades desde o primeiro dia — Matinhos com Caiobá, Pontal do Paraná, Guaratuba, Paranaguá, Morretes, Antonina e a Ilha do Mel. Multi-cidade desde o começo muda o modelo de dados inteiro: cada lugar pertence a uma cidade, cada busca tem um centro, e a home é sempre a home de algum lugar.

Capturas do site em produção, feitas em 28 de outubro de 2026.

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A hora muda a pergunta

Ao meio-dia a pessoa quer almoço. Às nove da noite, não.

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estados de céu ao longo do dia, amarrados ao nascer e ao pôr do sol da cidade que está sendo vista — e não ao relógio do servidor.

A faixa embaixo do relógio é o dia inteiro, do 00h ao 24h, com o nascer e o pôr do sol marcados na posição real deles — hoje, 05:28 e 18:27 em Matinhos. Arrastar o sol não é enfeite: muda o endereço (`?hora=`) e a página inteira responde. O céu troca de cor, o título vira "Noite em Matinhos", e a lista de restaurantes deixa de ser almoço e passa a ser jantar, com outros estabelecimentos dentro.

A paleta não é um tema claro e um escuro. São seis estados ao longo do dia — madrugada, cobalto, violeta, rosa, amanhecer e dia — e a transição entre eles acompanha a posição do sol naquela cidade, naquele dia. O cartão de busca e a barra flutuante sempre contrastam com o chão da hora: claros à noite, escuros de dia.

Isso resolve um problema prático antes de ser bonito. Quem planeja a viagem de casa, no desktop, quer saber como é o litoral às nove da noite de sábado. Quem está na praia às cinco da tarde quer saber o que abre às sete. É a mesma página, e ninguém precisa recarregar nada para ver as duas.

Capturas do site em produção, feitas em 28 de outubro de 2026.

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Aberto agora

A pergunta que todo guia erra.

"Aberto agora" parece um campo de banco de dados e não é: é uma conta feita no momento da visita, sobre o horário de funcionamento declarado, no fuso de São Paulo, considerando que muita casa do litoral fecha depois da meia-noite. O cartão diz a hora em que fecha, e não só que está aberto — "aberto até 23:30" informa mais que um ponto verde.

O que a tela também faz é admitir o que não sabe. Em Matinhos são 272 lugares sem horário cadastrado, e o número aparece ao lado dos que estão abertos, em vez de sumir. Guia que esconde a lacuna manda o visitante bater na porta fechada; este diz quantos ele ainda não consegue responder.

Lugar que funciona 24 horas ganha selo próprio, porque "aberto até 24h" seria mentira de arredondamento. E a lista da home muda de pergunta junto com a hora: "Onde almoçar" ao meio-dia, "Onde jantar" à noite.

Capturas do site em produção, feitas em 28 de outubro de 2026.

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O mar e o céu

Cinco fontes públicas, e cada número diz de onde veio.

A temperatura do cartão é a do momento que está sendo visto — ou da hora para onde o visitante arrastou o sol. Não é a máxima nem a mínima do dia, que é o que quase todo site mostra e quase nunca é o que a pessoa quer saber. O INMET não publica temperatura hora a hora, então ela vem da previsão horária do MET Norway; o INMET continua sendo a fonte do céu e das palavras que o descrevem.

As ondas vêm do WaveWatch III, o modelo da NOAA, servido pelo PacIOOS: altura, período e direção. E o texto embaixo faz a ressalva que um guia honesto tem de fazer — o modelo é de mar aberto, e na arrebentação o tamanho muda com a praia e com a maré. O vento é do INMET.

As fotos das praias são do Wikimedia Commons, com o crédito e a licença de cada uma escritos embaixo da seção, com nome do autor e licença. Os lugares são do OpenStreetMap, com o crédito exigido pela licença visível em toda página que usa o dado.

Nenhuma dessas cinco fontes é um contrato pago, e nenhuma delas é o Google. Mapa é MapLibre com dado próprio, rota sai por link direto para o Google Maps ou o Waze — escolha do visitante, no clique, sem carregar biblioteca de terceiro na página.

De onde vem cada número
O queFonte
Céu e as palavras que o descrevemINMET
Temperatura da horaMET Norway, previsão horária
Ondas: altura, período e direçãoWaveWatch III (NOAA), via PacIOOS
VentoINMET
Lugares, endereços e horáriosOpenStreetMap
Fotos das praiasWikimedia Commons, com autor e licença

Capturas do site em produção, feitas em 28 de outubro de 2026.

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Perto, e sem rastrear

A posição do visitante é pedida no clique e esquecida depois.

"Perto de mim" ordena tudo por distância real e mostra quantos metros são. Para isso o banco é PostGIS: a distância é calculada no banco, sobre coordenada de verdade, e não por aproximação de CEP ou de bairro.

A localização só é pedida quando a pessoa clica no botão, nunca na abertura da página, e não é gravada em lugar nenhum — fica na memória da sessão e acaba com ela. É a aplicação da LGPD na forma mais simples que existe: o dado que não se guarda não vaza, não precisa de base legal e não aparece em pedido de titular.

A busca tem atalhos para o que as pessoas procuram de verdade — restaurante, praia, mercado, farmácia, sorvete, hambúrguer, pizzaria, bar. Categoria que só se procura na emergência não ganha seção de vitrine na home: farmácia e saúde vivem na busca, porque, nas palavras do dono do produto, "não faz sentido prático uma vez que tem a busca".

Capturas do site em produção, feitas em 28 de outubro de 2026.

No celular, que é onde isso é usado

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Emergência

A página que precisa funcionar quando nada funciona.

SAMU, Bombeiros, Polícia Militar, Defesa Civil, pronto atendimento da cidade, polícia rodoviária, concessionária da estrada, Disque-Denúncia, Central de Atendimento à Mulher e CVV. Cada um com o número e, onde faz sentido, a rota.

A página de emergência funciona offline. É uma decisão de produto que vira requisito técnico: no litoral, na temporada, a rede 4G cai — e é exatamente quando alguém precisa do número do Bombeiro. Uma página que depende do servidor para mostrar "193" é uma página que falha na única hora que importa.

Hospitais e UPAs vêm do OpenStreetMap, com o crédito declarado. Os números de emergência são nacionais e não dependem de fonte nenhuma.

Capturas do site em produção, feitas em 28 de outubro de 2026.

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Detalhes

Três decisões que só aparecem de perto.

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Stack

O que sustenta um guia que muda a cada hora.

Seu sistema pode ser o próximo.

Conte o que a sua operação precisa resolver. A gente volta com o caminho — e com o que dá para colocar no ar primeiro.